Projetos de transformação não precisam começar devagar.
Projetos de transformação não precisam começar devagar.
Uma das coisas que mais me incomoda em projetos tradicionais é o tempo gasto até alguma coisa começar a acontecer de verdade.
Por isso, estruturamos nosso fluxo de desenvolvimento com uma lógica simples: entender, diagnosticar, escolher, desenhar e executar, mas sem esperar o projeto inteiro terminar para começar a gerar resultado.
Os quick wins entram cedo.
Na fase 1, coletamos informações com entrevistas, análise de materiais, plataformas, dados, jornadas e processos.
Na fase 2, consolidamos o diagnóstico atual, olhando estratégia, cliente, CRM, dados, tecnologia, operação, organização, performance, maturidade e adoção.
É justamente nessas duas primeiras fases que estamos incorporando IA como acelerador.
A IA pode ajudar a organizar entrevistas, classificar evidências, cruzar informações entre dimensões, identificar lacunas, comparar percepções com fatos e estruturar uma primeira leitura de maturidade.
O especialista continua sendo responsável pela interpretação e validação.
A diferença é que ele passa menos tempo organizando informação e mais tempo pensando no que realmente importa.
Com isso, conseguimos chegar mais rápido à fase de priorização e responder uma pergunta essencial:
quais ações podem gerar resultado agora e quais mudanças estruturais precisam ser construídas depois?
Os quick wins não substituem o desenho futuro.
Eles criam tração enquanto o modelo futuro é estruturado.
Esse é um princípio que estamos colocando cada vez mais no centro da nossa metodologia: usar IA para acelerar o diagnóstico, especialistas para qualificar as decisões e priorização para transformar conhecimento em ação.
No fim, um bom assessment não deveria terminar em uma apresentação.
Deveria começar a produzir resultado enquanto o projeto ainda está acontecendo.
por Alexandre Cezário de Campos

Dimensões da transformação digital
Alexandre Cezário de Campos é um consultor sênior de marketing e vendas, bacharel em Administração de Empresas com ênfase em Análise de Sistemas, pós-graduado em Marketing e especializado em tecnologia. Ele trabalhou em empresas como Eletropaulo (atual Enel), Microsiga (atual Totvs) e Telefonica, bem como em grandes agências de comunicação, como Grupo TV1, Propeg, Isobar e W3Haus. Alexandre atuou em diversos segmentos do mercado, incluindo agências de publicidade, educação, internet, bancos, entre outros. Suas habilidades incluem E-commerce, Marketing Digital, Performance de Mídia Digital, Branding, Gerenciamento de Projetos, Planejamento Estratégico de Marketing, estratégia e execução de planos de vendas, além do conhecimento dos pilares da transformação digital, como cultura digital, inovação, martech, growth marketing, liderança transformadora e cultura ágil. Alexandre liderou equipes, gerou negócios e conduziu grandes projetos digitais para empresas de renome, como Unilever, Gol, Cyrela, Banco Itaú, Whirlpool, Telefônica, Kroton, Yduqs, Laureate International, Uninove, Secretaria da Comunicação do Governo Federal, entre outras. Ele também é professor de cursos abertos sobre Marketing em instituições como Trampos Academy, São Paulo Digital School, Universidade Belas Artes de São Paulo, entre outras. Atualmente, Alexandre é sócio-fundador da Pinealle, uma consultoria especializada em acelerar negócios nos canais digitais, construindo equipes ágeis e prontas para acompanhar a velocidade e complexidade do mercado digital.
Em reconhecimento ao seu trabalho na indústria digital, Alexandre foi homenageado com o prêmio "Profissionais do Ano" da Associação Brasileira de Agentes Digitais (ABRADI) na categoria "Negócios" em 2017 e 2020.
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