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    Contratar um CRM não significa ter uma estratégia de CRM.

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    Contratar um CRM não significa ter uma estratégia de CRM.

    Tenho visto empresas implantarem jornadas muito básicas e, ao mesmo tempo, deixarem oportunidades relevantes escondidas dentro da própria base.

    Um exemplo comum é trabalhar com segmentações amplas demais, sem aplicar uma lógica de RFV, Recência, Frequência e Valor, e sem cruzar essas informações com sinais de engajamento que o próprio CRM já consegue fornecer.

    Na prática, a empresa investe na plataforma, cria algumas automações, mas continua tratando públicos muito diferentes quase da mesma forma.
    E isso pode custar resultado.

    Um quick win pode estar justamente em identificar clientes de maior valor ou maior engajamento que ainda não recebem uma jornada adequada e ativar esses públicos antes mesmo de aumentar o investimento em aquisição.

    Foi para tornar esse tipo de análise mais objetivo e cirúrgico que estruturamos uma metodologia própria.

    A ideia é evitar diagnósticos longos e genéricos, como muitas vezes acontece em projetos tradicionais, e concentrar energia nas oportunidades com maior potencial de retorno no curto prazo, sem perder de vista o que precisa ser construído para sustentar o crescimento.

    Hoje, organizamos essa análise em 11 dimensões e mais de 200 alavancas possíveis de crescimento.

    Mas o objetivo não é atacar tudo.

    É descobrir quais poucas alavancas podem mover o resultado agora e quais capacidades precisam evoluir para sustentar o próximo estágio de maturidade.

    Nos próximos posts, vou detalhar essas 11 dimensões e mostrar como elas se conectam.

    Na sua empresa, o CRM está apenas automatizando campanhas ou realmente ajudando a decidir quem abordar, quando abordar e com qual estratégia?

    Por Alexandre Cezário de Campos

    CRM

    CRM Growth Alexandre Cezário

    Author:

    Alexandre Cezário de Campos é um consultor sênior de marketing e vendas, bacharel em Administração de Empresas com ênfase em Análise de Sistemas, pós-graduado em Marketing e especializado em tecnologia. Ele trabalhou em empresas como Eletropaulo (atual Enel), Microsiga (atual Totvs) e Telefonica, bem como em grandes agências de comunicação, como Grupo TV1, Propeg, Isobar e W3Haus. Alexandre atuou em diversos segmentos do mercado, incluindo agências de publicidade, educação, internet, bancos, entre outros. Suas habilidades incluem E-commerce, Marketing Digital, Performance de Mídia Digital, Branding, Gerenciamento de Projetos, Planejamento Estratégico de Marketing, estratégia e execução de planos de vendas, além do conhecimento dos pilares da transformação digital, como cultura digital, inovação, martech, growth marketing, liderança transformadora e cultura ágil. Alexandre liderou equipes, gerou negócios e conduziu grandes projetos digitais para empresas de renome, como Unilever, Gol, Cyrela, Banco Itaú, Whirlpool, Telefônica, Kroton, Yduqs, Laureate International, Uninove, Secretaria da Comunicação do Governo Federal, entre outras. Ele também é professor de cursos abertos sobre Marketing em instituições como Trampos Academy, São Paulo Digital School, Universidade Belas Artes de São Paulo, entre outras. Atualmente, Alexandre é sócio-fundador da Pinealle, uma consultoria especializada em acelerar negócios nos canais digitais, construindo equipes ágeis e prontas para acompanhar a velocidade e complexidade do mercado digital. Em reconhecimento ao seu trabalho na indústria digital, Alexandre foi homenageado com o prêmio "Profissionais do Ano" da Associação Brasileira de Agentes Digitais (ABRADI) na categoria "Negócios" em 2017 e 2020.